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Portugal na CEE

  • Foto do escritor: Ana Gomes
    Ana Gomes
  • 23 de out. de 2021
  • 1 min de leitura

Foi Mário Soares quem mostra a iniciativa e avança com o processo de entrada da CEE.

A Europa não demostra grande entusiasmo, em especial a França, a Bélgica e a Holanda, que se opõem dizendo que “a estrutura económica europeia não permite a Lisboa ocupar a posição de membro da CEE num futuro próximo”.

O primeiro-ministro luxemburguês, Gaston Thorne vê o pedido como inviável, porém a decisão é prorrogada até a visita de Soares às capitais dos 9 estados-membros para tentar demostrar a veracidade do seu slogan “A Europa connosco”.

A março de 1977 Mário Soares continua otimista da entrada na CEE e apresenta as justificações do pedido de adesão na Assembleia como “a Europa está longe de ser apenas um mercado comum”, contesta também as questões sobre o prejuízo nas relações com os países de expressão portuguesa dizendo que Portugal serviria “como porta de acesso às relações comerciais entre a Africa e a Europa”, o pedido de adesão recebeu apoio do CDS, PSD/PPD e PS.

Em 1986 Portugal integra oficialmente a comunidade após 8 anos e diversas dificuldades. Algumas dessas sendo a adaptação de Portugal ás normas comunitárias, a competitividade no mercado comum, a resistência do partido comunista, a adaptação de Portugal à realidade europeia.

 
 
 

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