top of page

Isabel dos Santos cria uma fortuna às custas da população Angolana

  • Foto do escritor: Ana Gomes
    Ana Gomes
  • 21 de mai. de 2021
  • 2 min de leitura

Conhecida como “princesa de angola”, Isabel dos Santos nunca mais foi vista no seu país, após a notificação das autoridades em relação a branqueamento de capitais, a apropriação de dinheiros públicos, sendo uma delas o destino de dezenas de milhões de dólares da petrolífera Sonangol.

Para isto responde com a insegurança do país e aos altos níveis de criminalidade, não é um sítio seguro.

Para obter respostas a estas informações a estas respostas, um grupo de jornalistas de investigação conseguem acesso a uma fuga de informação com mais de 715 mil documentos relacionados com o império empresarial de Isabel dos Santos.

Ministério público angolano passa a inquérito crime uma averiguação preventiva proveniente das denuncias de Carlos Saturnino.

Carlos Saturnino, sucessor de Isabel dos Santos no cargo de presidente na empresa Sonangol dá a conhecer o resultado de uma auditoria às contas da empresa. Estes documentos expõem milhões de dólares da empresa gastos em serviços de consultoria.

Em dezembro de 2015, sem concurso público, a Wise inteligence é chamada para encontrar um plano de restruturação da Sonangol e do setor petrolífero. No entanto, esta era uma chamada empresa vazia, que se limitou a contatar empresas internacionais como a Boston Consulting Group, a Price Waterhouse Coopers e a Vieira de Almeida, este projeto custou aos cofres do governo Angolano 9 milhões de euros, sendo estes 4 milhões para pagar as consultoras e restante para a Wise, que tem á sua frente Isabel dos Santos.

Em julho de 2016, Isabel entra na petrolífera com um cargo de topo concedido pelo seu pai. Esta ação causou revolta num grupo de advogados e juristas, que leva à criação de uma providencia cautelar para anular a nomeação, alegavam que o José Eduardo dos Santos tinha praticado de improbidade pública ao eleger a sua filha. Não dando importância à polemica, o supremo tribunal angolano validou a decisão do presidente.

 
 
 

Posts recentes

Ver tudo

Comentários


© 2023 por Ana Margarida Gomes. 

bottom of page